A primeira Marcha LGBT de Portugal surgiu em Lisboa, no ano 2000. 🌈 Seis anos depois, ocorre a 1ª Marcha LGBT do Porto (2006). Vão se juntando Coimbra (2010), Braga (2013) , Vila Real e Funchal (2017), Faro, Bragança, Viseu, Guimarães e Ponta Delgada (2018). O ano passado, marchámos pelos direitos LGBTI+ em 11 cidades! 😀 Este ano, juntam-se, pela primeira vez, as cidades de Aveiro e Barcelos! 💪 Continuemos a marchar e a relembrar as Marchas pelos direitos LGBTI+ que vão ocorrendo por todo o país! 🙂
Aqui ficam as datas de todas as marchas de 2019, passadas e futuras (as datas ainda não marcadas serão atualizadas):
[17 MAIO] 10.ª Marcha contra a Homofobia e Transfobia de Coimbra
O UNI-FORM é a primeira plataforma online que põe diretamente em contacto as organizações LGBTI e as forças de segurança em diversos países da UE, com o objetivo de potenciar o aumento de denúncias e combater os crimes de ódio e discurso de ódio online contra pessoas LGBTI.
Foi oficialmente lançada no dia 28 de setembro de 2017, no Parlamento Europeu (Bruxelas).
O serviço está disponível em Portugal, Espanha, Bélgica, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Reino Unido.
Pode ser utilizada por vítimas, testemunhas e/ou por qualquer outra pessoa que queira denunciar um incidente motivado pelo ódio, as denúncias podem ser anónimas ou podem ser fornecidos dados pessoais que serão utilizados para processos de investigação formal.
No dia 17 de maio de 1990 a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da classificação de doença mental. Para celebrar este marco, criou-se o dia internacional contra a homofobia, celebrado anualmente a dia 17 de maio.
Atualmente, face aos avanços dos direitos LGBT que trouxeram visibilidade a outras identidades, este dia de celebração denomina-se de "Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia". No entanto, poderão existir diferentes nomes nas várias referências à mesma data. Ainda não vi nenhuma referência contra a intersexofobia…
Feliz Dia Internacional contra a LGBTIfobia! Nunca se esqueçam de lutar por liberdade e direitos!
Iniciativa da Rasan Organization, organização não governamental pela defesa das Mulheres e direitos LGBT+ no Iraque. A organização já teria pintado murais como estes em 2017, mas todos foram vandalizados. Não desistiram e conseguiram uma autorização do governo para pintar novos murais. A organização All Out angariou dinheiro com as doações dos seus membros para ajudar a Rasan a colorir cidade com as cores da igualdade.
Sinopse: Elliot Page e o melhor amigo, Ian Daniel, embarcam numa viagem pessoal para explorar a cultura LGBT ao redor do mundo.
Neste vídeo podemos ver uma pequena amostra do episódio 2, passado no Brasil, em que Elliot Page confronta Jair Bolsonaro sobre a homofobia no Rio de Janeiro
Sinopse: "A série narra a história de uma família formada por duas mães, Stef e Lena. Juntas, cuidam dos filhos Brandon, filho biológico de Stef com Mike, seu colega de trabalho e ex marido, e Jesus e Marianna, filhos adotivos que foram abandonados pela mãe biológica ainda bebés. Um dia, Lena esbarra com Callie, uma adolescente problemática, e resolve acolher a menina. Callie provoca problemas de relacionamentos, e só se preocupa em resgatar seu irmão de sangue de 13 anos Jude, que também vive em um lar adotivo e sofre maus tratos."
Encontra-se já finalizada, após 5 temporadas e 104 episódios. Foi criado um spin-off com o nome de "Good Trouble", protagonizado por Callie e Marianna.
É uma série que aborda diversos temas de elevada importância e que eu gostei muito de ver apesar de achar que foi perdendo qualidade ao longo das temporadas, especialmente devido aos constantes dramas a rodear Callie, que tornaram a série bastante repetitiva e cansativa.
As mães não tiveram tanto espaço na série quanto os seus filhos (que são o foco da série e até têm uma vida sexual mais completa que a das próprias mãe), e os filhos foram personagens que pouco se desenvolveram face ao que seria de esperar.
Ainda assim, é uma série que vale a pena ver, pelos temas que aborda e por nos mostrar que uma família com duas mães é uma verdadeira família, onde existe amor e companheirismo e até dramas familiares como em qualquer outra família.
Contamos, também, com outras personagens LGBT, nomeadamente: Jude, um dos filhos adotivos de Stef e Lina, irmão biológico de Callie, que se descobre homossexual ao apaixonar-se por Connor. Ao longo da série Jude também teve um relacionamento com Noah, e chegou a flertar com um colega youtuber chamado Declan; Cole e Aaron, dois rapazes transexuais interpretados pelos atores transexuais Tom Phelan e Elliot Fletcher, respetivamente;
E ainda Ximena, que se começa a apaixonar por Callie com quem chega a trocar um beijo, momento desnecessário para a série e que me irritou bastante uma vez que ficou "esquecido em churrasco" e uma série como estas não merecia este queerbating.
Se me tiver esquecido de alguma personagem façam o favor de mencionar nos comentários.
De salientar, ainda, que o nosso casal de mães é um casal multirracial e que também foram abordadas questões raciais e culturais ao longo da série.
A última temporada, tendo-se passado na mesma altura em que surgiam as notícias sobre a imigração nos EUA, não deixou de abordar este tema, de forma responsável e corajosa.
Teve os seus altos e baixos, mas o último episódio (antes dos três episódios que fazem a ponte para o spin-off "Good Trouble") lembra-nos perfeitamente do porquê de termos visto a série completa e de que irá deixar saudades. Adorei ver a passagem dos anos e as graduações de todos os filhos. 😊
Durante o decorrer da série, a ABC Family também lançou uma websérie spin-off de The Fosters, com o título de "The Fosters: Girls United". Em cinco episódios, seguimos as moradoras da casa das Girls United a um novo país. ("Girls United é uma das casas que acolhe jovens raparigas sem família, que Callie frequentou por uns tempos). Maia Mitchell, Daffany Clark, Cherinda Kincherlow, Annamarie Kenoyer, Alicia Sixtos, Hayley Kiyoko e Angela Gibbs formam o elenco da websérie.
A Galeria Jenkins Johnson apresenta Pride & Loss, uma exposição coletiva com curadoria da ativista visual sul-africana Zanele Muholi, que apresenta trabalhos do coletivo Inkanyiso, incluindo Muholi, Thembela Dick, Boatumelo Nkopane, Collen Mfazwe, Thembi Mthembu, Lindeka Qampi e Velisa Jara. e Lebogang Mashifane. O coletivo consiste em ativistas visuais e fotógrafos sul-africanos que produzem, educam e disseminam informações para a comunidade LGBTI e para as pessoas marginalizadas. Esta organização sem fins lucrativos foi conceitualizada em 2006 e fundada em 2009 por Muholi, que dedicou o seu trabalho e vida a aumentar a visibilidade de pessoas negras lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI), cujas vidas estão em perigo constante devido à sua orientação sexual.
Editores: Charles E. Morris III, Jason Edward Black
Sinopse: "The author was one of the first openly and politically gay public officials in the United States, and his remarkable activism put him at the very heart of a pivotal civil rights movement reshaping America in the 1970s. This title brings together a substantial collection of his speeches, editorials, political campaign materials, and press releases."
Autor: Rob Sanders | Ilustrador: Steve Salerno | Biografia, Não ficção infantil | 2018
Sinopse: "In this deeply moving and empowering true story, young readers will trace the life of the Gay Pride Flag, from its beginnings in 1978 with social activist Harvey Milk and designer Gilbert Baker to its spanning of the globe and its role in today's world. Award-winning author Rob Sanders's stirring text, and acclaimed illustrator Steven Salerno's evocative images, combine to tell this remarkable - and undertold - story. A story of love, hope, equality, and pride."
Sinopse: "This acclaimed collection presents gay hero Harvey Milk in 39 unrehearsed conversations, all linked with biographical stories. They include three famous debates between Milk and John Briggs over the notorious Proposition 6 Briggs Initiative. Milk describes his struggles, strategies, and dreams in his own words, so we see how his laugh-out-loud wit, outrage over injustice, and inspiring actions shaped our lives today. This new edition is updated, expanded, and in paperback for the first time."
Autor: Randy Shilts | Data da Primeira Publicação: 1982
Sinopse: "A biography of Harvey Milk that presents a story of the life and death of the first openly gay man to be elected to US political office. It tells about the man whose personal life, public career, and cold-blooded assassination mirrored the dramatic emergence of the gay community as a political power in 1970s America."
Documentário | The Times of Harvey Milk | Robert Epstein | 1984 | EUA | IMDB
Sinopse: "História de Harvey Milk, o primeiro homossexual eleito para um cargo político na Califórnia. Relembrando o tumultuoso clima social e político de São Francisco nos anos 70, seguimos os acontecimentos até o seu brutal assassinato. Os eventos e o julgamento que se seguiram uniram toda a cidade, primeiro no luto e, depois na revolta. Uma história de comunidades e valores em conflito. É, no fundo, um testamento à coragem e à esperança."
I don't wanna see my brothers
Kicked into the dust no more
Their dreams all turned to rust no more
No more, no more
I don't wanna see my sisters
Having to give in no more
Their loving called a sin no more
No more, no more
And the Stonewall Nation
Gonna have its liberation
Wait and see, just wait and see
You can take your intolerance and stick it
We're gonna write our own ticket
The Stonewall Nation is gonna be free
Come on, brothers, march along
We're all gonna sing our song right now, right now
And, sisters, take me by the hand
We're gonna build our promised land right now, right now
And the Stonewall Nation
Gonna have its liberation
Wait and see, just wait and see
You can take your intolerance and shove it
We're gonna be ourselves and love it
Stonewall Nations is gonna be free
Yes, you can take your intolerance and shove it
We're gonna be ourselves and love it
Stonewall Nation is gonna be free
Autor: Cleve Jones | Ano da primeira publicação: 2016
Sinopse: "A personal memoir from a leading figure in the gay rights movement, and partial inspiration for the forthcoming television mini-series When We Rise from Academy Award-winning screenwriter Dustin Lance Black, executive producer Gus Van Sant, and starring Guy Pearce, Mary-Louise Parker, Carrie Preston, and Rachel Griffiths."
When We Rise | Dustin Lance Black | 2017 | EUA | 1x8 | IMDB
Sinopse: "Retrato do início da luta pela igualdade de direitos na afirmação da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgénero. Guy Pearce, no papel de Cleve Jones, narra o combate político e os conflitos pessoais daqueles que, pela primeira vez, se uniram na fundação do ativismo LGBT, começando pelos eventos de Stonewall."
Sinopse: "Quem poderia ter adivinhado que um punhado de homens travestidos dariam o derradeiro impulso ao movimento para ganhar a igualdade de direitos para homossexuais e lésbicas? Certamente não a polícia que invadiu o Stonewall Inn, um popular bar “drag” em Greenwich Village. Depois de uma longa história de rusgas policiais, extorsão, e brutalidade, um grupo de drag queens em Stonewall decidem que estão fartos e começam a revolta quando a polícia tenta colocá-los num paddywagon (camião da polícia).
Contado por "La Miranda" (Hector), um cliente regular no Stonewall Inn, este filme é uma nova versão dos acontecimentos que levaram ao dia fatídico em 1969. "Matty Dean" é o jovem que La Miranda conhece no Stonewall e por quem ela se apaixona. "Bostonia" é o auto-denominado Rainha Mãe das drag queens e orienta suavemente cada iniciado "na vida". O seu companheiro, Vinnie, é o não assumido proprietário do Stonewall Inn. A sua trágica resposta à asfixia imposta por um mundo homofóbico - talvez tanto quanto qualquer outra coisa – é a faísca que acende os motins. Este são os tumultos de Stonewall "segundo La Miranda"."
" - Me, I'm living in the other state between maleness and femaleness. - Wich is? - Fabulousness."
Sinopse: "A vida da extraordinária artista e ativista Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera, nas horas que antecederam os tumultos de Stonewall, na cidade de Nova Iorque, em 1969."
Documentário | Stonewall Uprising | Kate Davis, David Heilbroner | 2010 | EUA | IMDB
Sinopse: "Em 1969 a polícia de Nova York invade o bar gay Stonewall Uprising, em Greenwich Village. Os frequentadores recusam-se a ir presos e começa uma rebelião que se tornaria um marco histórico na luta pelos direitos dos homossexuais."
O presente documentário foi bastante criticado por ter "branqueado" o movimento e ter ignorado o papel desempenhado pelas mulheres transexuais na Revolta de Stonewall no geral, mas especialmente as afro-americanas e latinas. De salientar que foram mulheres trans, travestis e drag queens que iniciaram a revolta. Destaque para Marsha P.Johnson e Sylvia Rivera.
Documentário | Before Stonewall | 1984 | Greta Schiller, Robert Rosenberg | EUA | IMDB
Sinopse: "Grande parte da força do movimento LGBT nos dias de hoje vem diretamente dos eventos retratados neste documentário, - a luta de um grupo de drag queens contra a opressora polícia de Nova Iorque, no bar Stonewall, no ano de 1969 - através da utilização de imagens de arquivos, excertos de cinejornais e filmes e também depoimentos pessoais de indivíduos envolvidos, direta ou indiretamente, na cena LGBT nova-iorquina da época, antes de "Stonewall" acontecer."
3.º Sexo - Histórias de Vida de 12 Homossexuais Portugueses | Raquel Lito | 2010
"As revelações inéditas de actores, desportistas, escritores, militares, fetichistas e outras vítimas de homofobia no nosso país"
Sinopse: "Uma antiga estudante de Teologia que trabalhou em linhas eróticas. Uma militar que não consegue assumir-se no trabalho. Um marido com vida dupla. Uma humorista agredida pela namorada. Algumas figuras públicas também falam pela primeira vez, sem tabus, da sua atracção pelo mesmo sexo: um actor, um escritor, um piloto de automóveis e um chef de cozinha. Que angústias têm? Como reagem à discriminação? A família aceita-os? Querem casar-se? Têm relações sérias ou fortuitas? São 12 depoimentos marcantes. Confissões surpreendentes e corajosas num País onde ainda não é fácil assumir plenamente a homossexualidade, apesar da recente aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo."
Queer Lisboa - Festival Internacional de Cinema Queer
Sinopse: "No ano da 18ª edição, o Queer Lisboa comemora o aniversário da sua maioridade simbólica com Cinema e Cultura Queer que, além de uma selecção das resenhas críticas dos filmes inseridas nos catálogos das edições anteriores, bem como os textos de fundo das secções Queer Art, Queer Focus, Queer Pop e Hard Nights e de um capítulo dedicado à cinematografia gay portuguesa da década de setenta, inclui capítulos sobre cinema e cultura queer nacional e internacional e sobre o realizador John Waters, com inéditos assinados por colaboradores do festival e por autores convidados."
Autores:
Ana David / António Fernando Cascais / Brian Robinson / Filipe Afonso / João Ferreira / João Laia /João Lopes / João Romãozinho / Nuno Galopim / Óscar Alves / Pedro Marum / Ricke Merighi
Indisciplinar a Teoria: Estudos Gays, Lésbicos e Queer | António Fernando | 2004
Sinopse: "Área em grande expansão nas universidades europeias e americanas, e uma das mais inovadoras e estimulantes, os estudos gays, lésbicos e queer são praticamente inexistentes no nosso país. E, sobretudo, mal compreendidos. Iniciativa pioneira, o presente volume reúne textos de reconhecidos especialistas nas suas áreas de investigação, mas que, através do seu contributo, visam o reconhecimento do carácter autónomo e específico deste campo. Além de divulgar o estado da arte entre a comunidade científica e o público português e de promover o conhecimento e o debate das questões levantadas pela reflexão queer mais recente, este livro pretende igualmente inspirar a pesquisa, presente e futura, das realidades da história, da cultura e da identidade gay e lésbica portuguesas, ainda largamente desconhecidas. Eis porque Indisciplinar a Teoria constitui antes de mais uma afirmação: que se impõe dar conta de realidades para que a actual compartimentação disciplinar não se encontra preparada. Tanto bastaria para o tornar num acontecimento no nosso panorama editorial e, doravante, numa referência impossível de ignorar."
Fractura. A Condição Homossexual na Literatura Portuguesa Contemporânea | Eduardo Pitta | 2003
Sinopse: "Existe literatura gay em Portugal? Literatura gay e literatura homossexual são uma e a mesma coisa? Quais os parâmetros pelos quais podemos avaliar se determinado escritor português é um autor gay? Na literatura portuguesa contemporânea, que obras são susceptíveis de leitura gay? E de leitura homossexual? Podemos lê-las em clave camp, ou queer?Foi para equacionar estas questões que Eduardo Pitta escreveu Fractura. E fractura porquê? Porque o efeito borderline da líbido itinerante provoca uma fractura literária".
A Mediação Familiar em Casais do Mesmo Sexo | Isabel Rama | 2017
SINOPSE
Sabe o que é a mediação familiar?
Sabe quais são as características da mediação familiar?
Sabe qual o âmbito de aplicação da mediação familiar?
Sabe qual a diferença entre a medição familiar e os processos judiciais?
Sabe como surgiu?
Se precisa saber a resposta a estas ou a algumas destas perguntas então este livro é para si.
Se é mediador(a) vai querer saber:
- se existe preconceito em mediar casais do mesmo sexo.
- a recetividade dos casais homossexuais á mediação familiar.
- o que pensa a população homossexual sobre o mediador(a).
Se vive ou pensa viver maritalmente com uma pessoa do mesmo sexo vai querer saber:
- da recetividade dos mediadores do sistema público em mediar casais do mesmo sexo.
- O que pensa a população homossexual inquirida sobre a mediação e os mediadores.
Este é um livro para todos(as) sobre dois temas em expansão.
É o casamento da mediação familiar com a Lei nº 9/2010 de 21 de maio que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Violência/discriminação em função de orientação sexual ou identidade de género pode e deve ser denunciada neste Observatório da Discriminação.
O Observatório da Discriminação em função da orientação sexual e identidade de género tem como objetivo denunciar e divulgar todos os incidentes ou crimes discriminatórios contra pessoas LGBT (ou percecionadas enquanto tal) que aconteceram em Portugal. A divulgação é feita num relatório anual que analisa todas as denúncias e nos permite compreender o grau de homofobia existente no país (de notar que existirão muito mais crimes que não foram denunciados no observatório). O questionário da denúncia é completamente anónimo.
De acordo com o Observatório da Discriminação, incidentes/crimes discriminatórios inclui, por exemplo, insultos homofóbicos e/ou transfóbicos; destruição de propriedade (telemóveis, carro, graffitis em sua casa ou no seu local de trabalho); agressões físicas; incidentes com serviços públicos; etc.
Denunciar estes crimes é extremamente importante. Deve ser preenchido um questionário por cada incidente/crime que se pretenda denunciar. Dura cerca de 10 minutos e todas as perguntas devem ser respondidas a fim de se validar a denúncia. O inquérito é completamente anónimo.
Se se pretender reportar alguma situação anterior ao ano atual, deve-se enviar um email com uma descrição, o mais detalhada possível, desse incidente/crime discriminatório para observatorio@ilga-portugal.pt.
Os relatórios realizados até ao momento estão disponibilizados para consulta/download.
Dicionário de Literatura Gay | João Máximo e Luís Chainho
Livros, Autores e Referências da Literatura Lésbica, Gay, Bissexual, Transgénero e Queer de Portugal
6ª Edição: De A Alma Trocada Até Ruth Bryden (2018)
Sinopse: "A primeira obra de referência em Portugal sobre livros e autores, personagens, editores, chancelas, livrarias e livreiros, concursos e prémios literários, bem como outras instituições, objetos ou pessoas associados ao universo da Literatura Lésbica, Gay, Bissexual, Transgénero e Queer de Portugal e em português. Uma obra de referência inédita e indispensável!"
Este ebook conta com a coordenação de João Máximo e Luís Chainho e com as contribuições de Filipe Serra Carlos, João Roque, João Máximo, Luís Chainho, Margarida Leitão, Miguel Botelho, Claudino Moura, Vasco Arriaga. A 6ª edição passou a contar com 626 verbetes.
Quem quiser ficar a par das próximas edições tem apenas de enviar um email para indexebooks.com@gmail.com (a indicar nome e email) para constar da lista de distribuição com novidades sobre o Dicionário.