6/11/2019

Marchas LGBTI+ de 2019



A primeira Marcha LGBT de Portugal surgiu em Lisboa, no ano 2000. 🌈 Seis anos depois, ocorre a 1ª Marcha LGBT do Porto (2006). Vão se juntando Coimbra (2010), Braga (2013) , Vila Real e Funchal (2017), Faro, Bragança, Viseu, Guimarães e Ponta Delgada (2018). O ano passado, marchámos pelos direitos LGBTI+ em 11 cidades! 😀 Este ano, juntam-se, pela primeira vez, as cidades de Aveiro e Barcelos! 💪 Continuemos a marchar e a relembrar as Marchas pelos direitos LGBTI+ que vão ocorrendo por todo o país! 🙂



Aqui ficam as datas de todas as marchas de 2019, passadas e futuras (as datas ainda não marcadas serão atualizadas): 


[17 MAIO] 10.ª Marcha contra a Homofobia e Transfobia de Coimbra











Não esquecer o Arraial Lisboa Pride, no dia 22 de Junho, e o Arraial Matosinhos Pride, no dia 20 de Julho! 🌈😀


Ainda por marcar:
2.ª Marcha do Orgulho LGBT de Bragança
2.ª Marcha LGBTIQ+ de Guimarães
2.º Ponta Delgada Pride



5/17/2019

App UNI-FORM para Denunciar Crimes de Ódio Homofóbicos e Transfóbicos na UE




O UNI-FORM é a primeira plataforma online que põe diretamente em contacto as organizações LGBTI e as forças de segurança em diversos países da UE, com o objetivo de potenciar o aumento de denúncias e combater os crimes de ódio e discurso de ódio online contra pessoas LGBTI.

Foi oficialmente lançada no dia 28 de setembro de 2017, no Parlamento Europeu (Bruxelas).

O serviço está disponível em Portugal, Espanha, Bélgica, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Reino Unido.

Pode ser utilizada por vítimas, testemunhas e/ou por qualquer outra pessoa que queira denunciar um incidente motivado pelo ódio, as denúncias podem ser anónimas ou podem ser fornecidos dados pessoais que serão utilizados para processos de investigação formal.


Download em:
GooglePlay (http://goo.gl/EHJoRR)
Apple Store (http://goo.gl/oX3uG9),

Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia eTransfobia



No dia 17 de maio de 1990 a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da classificação de doença mental. Para celebrar este marco, criou-se o dia internacional contra a homofobia, celebrado anualmente a dia 17 de maio. 

Atualmente, face aos avanços dos direitos LGBT que trouxeram visibilidade a outras identidades, este dia de celebração denomina-se de "Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia". No entanto, poderão existir diferentes nomes nas várias referências à mesma data. Ainda não vi nenhuma referência contra a intersexofobia… 


Feliz Dia Internacional contra a LGBTIfobia! Nunca se esqueçam de lutar por liberdade e direitos!
Contra a LGBTfobia marchar, marchar!





3/02/2019

Murais pela Tolerância e Igualdade na Suleimânia, Iraque


Iniciativa da Rasan Organization, organização não governamental pela defesa das Mulheres e direitos LGBT+ no Iraque. A organização já teria pintado murais como estes em 2017, mas todos foram vandalizados. Não desistiram e conseguiram uma autorização do governo para pintar novos murais. A organização All Out angariou dinheiro com as doações dos seus membros para ajudar a Rasan a colorir cidade com as cores da igualdade.












Ver algum completo (com 43 fotografias) AQUI. 😊

Gaycation

Gaycation | Viceland | (2016 - ) | IMDB



Sinopse: Elliot Page e o melhor amigo, Ian Daniel, embarcam numa viagem pessoal para explorar a cultura LGBT ao redor do mundo. 

Neste vídeo podemos ver uma pequena amostra do episódio 2, passado no Brasil, em que Elliot Page confronta Jair Bolsonaro sobre a homofobia no Rio de Janeiro







1ª Temporada:

1. Japão
2. Brasil
3. Jamaica
4. Estados Unidos

2ª Temporada:
1.Ucrânia
2.Índia
3.França
4. Sul dos EUA ("Deep South")
5. Orlando
6. Washington DC.






The Fosters



Sinopse: "A série narra a história de uma família formada por duas mães, Stef e Lena. Juntas, cuidam dos filhos Brandon, filho biológico de Stef com Mike, seu colega de trabalho e ex marido, e Jesus e Marianna, filhos adotivos que foram abandonados pela mãe biológica ainda bebés. Um dia, Lena esbarra com Callie, uma adolescente problemática, e resolve acolher a menina. Callie provoca problemas de relacionamentos, e só se preocupa em resgatar seu irmão de sangue de 13 anos Jude, que também vive em um lar adotivo e sofre maus tratos."




Encontra-se já finalizada, após  5 temporadas e 104 episódios. Foi criado um spin-off com o nome de "Good Trouble", protagonizado por Callie e Marianna.

É uma série que aborda diversos temas de elevada importância e que eu gostei muito de ver apesar de achar que foi perdendo qualidade ao longo das temporadas, especialmente devido aos constantes dramas a rodear Callie, que tornaram a série bastante repetitiva e cansativa. 

As mães não tiveram tanto espaço na série quanto os seus filhos (que são o foco da série e até têm uma vida sexual mais completa que a das próprias mãe), e os filhos foram personagens que pouco se desenvolveram face ao que seria de esperar. 

Ainda assim, é uma série que vale a pena ver, pelos temas que aborda e por nos mostrar que uma família com duas mães é uma verdadeira família, onde existe amor e companheirismo e até dramas familiares como em qualquer outra família.

Contamos, também, com outras personagens LGBT, nomeadamente:

Jude, um dos filhos adotivos de Stef e Lina, irmão biológico de Callie, que se descobre homossexual ao apaixonar-se por Connor. Ao longo da série Jude também teve um relacionamento com Noah, e chegou a flertar com um colega youtuber chamado Declan;

Cole e Aaron, dois rapazes transexuais interpretados pelos atores transexuais Tom Phelan e Elliot Fletcher, respetivamente;

E ainda Ximena, que se começa a apaixonar por Callie com quem chega a trocar um beijo, momento desnecessário para a série e que me irritou bastante uma vez que ficou "esquecido em churrasco" e uma série como estas não merecia este queerbating.

Se me tiver esquecido de alguma personagem façam o favor de mencionar nos comentários.

De salientar, ainda, que o nosso casal de mães é um casal multirracial e que também foram abordadas questões raciais e culturais ao longo da série. 

A última temporada, tendo-se passado na mesma altura em que surgiam as notícias sobre a imigração nos EUA, não deixou de abordar este tema, de forma responsável e corajosa. 

Teve os seus altos e baixos, mas o último episódio (antes dos três episódios que fazem a ponte para o spin-off "Good Trouble") lembra-nos perfeitamente do porquê de termos visto a série completa e de que irá deixar saudades. Adorei ver a passagem dos anos e as graduações de todos os filhos. 😊




Durante o decorrer da série, a ABC Family também lançou uma websérie spin-off de The Fosters, com o título de "The Fosters: Girls United". Em cinco episódios, seguimos as moradoras da casa das Girls United a um novo país. ("Girls United é uma das casas que acolhe jovens raparigas sem família, que Callie frequentou por uns tempos). Maia Mitchell, Daffany Clark, Cherinda Kincherlow, Annamarie Kenoyer, Alicia Sixtos, Hayley Kiyoko e Angela Gibbs formam o elenco da websérie.




Pride & Loss [JENKINS JOHNSON GALLERY]


(clique na imagem para ver a Galeria de Fotos completa)



Zanele Muholi 


A Galeria Jenkins Johnson  apresenta Pride & Loss, uma exposição coletiva com curadoria da ativista visual sul-africana Zanele Muholi, que apresenta trabalhos do coletivo Inkanyiso, incluindo Muholi, Thembela Dick, Boatumelo Nkopane, Collen Mfazwe, Thembi Mthembu, Lindeka Qampi e Velisa Jara. e Lebogang Mashifane. O coletivo consiste em ativistas visuais e fotógrafos sul-africanos que produzem, educam e disseminam informações para a comunidade LGBTI e para as pessoas marginalizadas. Esta organização sem fins lucrativos foi conceitualizada em 2006 e fundada em 2009 por Muholi, que dedicou o seu trabalho e vida a aumentar a visibilidade de pessoas negras lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI), cujas vidas estão em perigo constante devido à sua orientação sexual.